Vídeos do Guaraná Power



Na TV UOL você pode assistir a quatro peças da "campanha publicitária" do Guaraná Power, obra do coletivo dinamarquês Superflex que foi vetada na 27ª Bienal de São Paulo.

Escrito às 23h00 | | envie esta mensagem

Na Folha de hoje tem uma superentrevista com o arquiteto inglês Richard Burdett, um dos maiores especialistas sobre urbanismo. Diretor do curso "Cities Program", da London School of Economics, ele criou a série de conferências "Urban Age", que reúne prefeitos e arquitetos de todo mundo para discutir o futuro das megalópoles. Por conta de seu trabalho, ele foi convidado a ser o curador da Bienal de Arquitetura de Veneza, que abriu há três semanas e fica aberta até meados de novembro. Vai o link para ler a entrevista, feita pelo jornalista Raul Juste Lores.

 

 

Escrito às 18h49 | | envie esta mensagem

Escrito às 18h40 | | envie esta mensagem

Renata Lucas

Convite que veio por e-mail, da artista Renata Lucas: "estou participando da bienal de sao paulo com dois trabalhos: um deles, o "barulho de fundo" está lá no pavilhão, no terceiro andar. o outro, "matemática rápida, matemática lenta", está na calçada da rua brigadeiro galvão, na barra funda, entre as ruas lopes chaves e lavradio. (a brigadeiro galvão é a rua do bar do diego, o cb bar, e é paralela à rua barra funda e ao minhocão).
já que não tem "vernissage", queria chamá-los para uma cervejinha nesta quinta, dia 19, no bar da esquina da brigadeiro galvão com a lavradio, a
partir das 18h. é cedo porque o bar fecha logo. apareçam!" 

Escrito às 18h37 | | envie esta mensagem

Livro León Ferrari

Livro sobre León Ferrari vai ser lançado terça, 17, as 19h, na Bienal, com visita guiada à sala do artista na Bienal. "Retrospectiva. Obras 1954-2006, de León Ferrari" é uma parceria da Cosac Naify, Imprensa Oficial e Pinacoteca do Estado e custa R$ 120,00.
"Retrospectiva" é dividido em quatro capítulos. No primeiro, cinco ensaios tratam da obra de Ferrari por distintas abordagens. Em "Perturbadora Beleza", Giunta analisa a poética do artista, a partir do núcleo inicial de sua obra, nos anos 60, onde se localiza "a trama de temas e articulações que percorrem o conjunto de sua obra". O segundo capítulo traz uma cronologia comentada, dividida em seis períodos, organizada por Giunta, enquanto o terceiro capítulo, "Exposições retrospectivas 2004 a 2006", tem como foco principal a polêmica mostra no Centro Cultural Recoleta, aberta em 30 de novembro de 2004. O último capítulo, "Textos de Artista", apresenta uma seleção de escritos de Ferrari, ao longo de quase quatro décadas, selecionados por Giunta. São textos de obras, cartas e manuscritos, produzidos entre 1964 e 2001, entre eles a "Segunda Carta ao Papa", de dezembro de 2000, sobre a mostra no Centro Recoleta.

Escrito às 20h25 | | envie esta mensagem

Paula Trope

Escrito às 19h26 | | envie esta mensagem

A artista Paula Trope, que está  27ª Bienal Internacional de São Paulo, apresenta fotografias feitas com a técnica de pinhole (câmera com orifício que sensibiliza o papel fotográfico diretamente, sem revelação química), parte da sua parceria com o Projeto Morrinho.  O projeto foi criado em 2001, pelo produtor de vídeos Fábio Gavião, com o objetivo de estimular a criatividade dos jovens moradores da comunidade de Pereira da Silva, conhecida como favela do Pereirão, no Rio, e transmitir conhecimentos técnicos de vídeo. Paula Trope chegou ao morro por intermédio do colecionador Gilberto Chateaubriand, que queria um registro do  “morrinho”. A artista pensou em um tema para um trabalho fotográfico sobre as brincadeiras, os brinquedos e os jovens da comunidade e começou a ensiná-los a fotografar com máquinas pinholes.  Nelcilan Souza de Oliveira, 23, que está no projeto Morrinho há nove anos, é um dos “meninos” que trabalharam com Paula Trope. Ricardo Oliveros falou com Paula e Nelcilan:

*

Como você vê seu trabalho aqui na Bienal?

Paula Trope: É uma situação privilegiada esta que a gente tem de mostrar esta parceria. O trabalho conta uma história de um encontro, é uma oportunidade de ter os meninos como criadores. Estamos juntos discutindo a situação das comunidades dos morros do Rio de Janeiro e trazer esta discussão para o mundo da arte.

Este trabalho com a Paula Trope mudou alguma coisa na sua vida?

Nelcilan Souza de Oliveira: O que mudou é que eu não conhecia nada do conceito de arte. Então hoje estou conhecendo mais, estou entendendo mais, estou tendo mais informações do que é. Porque estou acostumado a trabalhar com arte neste projeto. Mas agora estamos com fotografias nos museus e exposições de fotos. Agora que estou entendendo e estou achando mais legal, principalmente está sendo importante colher os frutos deste trabalho, tanto para mim e quanto para os outros garotos do projeto.

E o que está achando da Bienal?

Nelcilan Souza de Oliveira: Estou achando especial. A Paula Trope me falou que esta é uma das Bienais importantes do mundo. Estou vendo muita obra de arte, muita coisa misturada e é bom porque confunde um pouco a cabeça do artista, do público. Porque você começa a ter outras idéias, fica confuso com tanta coisa, mas ajuda bastante também.

Há alguma obra com a qual você tenha se identificado?

Nelcilan Souza de Oliveira: Eu vi muita fotografia, principalmente daquelas que estão retratando a vida real, cotidiano de outras comunidades em outros países. Porque é uma coisa que a gente gosta de fazer também, como retratar, filmar. Não teve nada ainda que eu olhasse e quisesse fazer igual, mas é muito bom descobrir outras pessoas que fazem coisas como a gente está fazendo e a quantidade de informações que as pessoas passam para gente.   

Escrito às 19h22 | | envie esta mensagem

Terça, 17, às 19h, o historiador Francisco Alambert fala sobre seu livro "Bienais de São Paulo - da era do Museu à era dos curadores", escrito em parceira com artista plástica Polyana Canhête, no bate-papo UOL.

 

Escrito às 18h06 | | envie esta mensagem

Videoarte

Na próxima sexta, dia 20, no Porão das Artes, a historiadora e crítica de arte Barbara Hess faz palestra sobre a Galeria de TV Gerry Shum e exibe os dois filmes do produtor multimídia, curador e mediador da experiência da "galeria", imaginada por ele e por Ursula Wevers, em 1968. Depois da palestra serão exibidos "Land Art" (1968 -1969) e "Identifications" (1970), as edições que foram produzidas especialmente para TVs alemãs. Leia mais  http://diversao.uol.com.br/27bienal/ultnot/2006/10/13/ult3898u62.jhtm

Escrito às 21h18 | | envie esta mensagem

Cine no fim de semana

Tem bom fim de semana de cinema na Bienal. Na sexta, 13, o destaque é o filme de Jean-Luc Godard sobre os Rolling Stones, as 14h no Cine Bombril. Sábado, 14h, passa o filme "Substrait", de Gordon Matta-Clark. Dois curtíssimos de Len Lye passam domingo, as 14h, no Bombril. Bombril - Paulista, 2.073, (11) 3285-3696. Tem programação também no Cine Segall - r. Berta, 111, (11) 5574-7322

Escrito às 19h05 | | envie esta mensagem

Cenário

Às 9h da manhã desta terça começou na Oca uma rodada de filmagens do novo longa de Hector Babenco, com roteiro de Marta Góes e inspirado em livro de Alan Pauls. Gael García Bernal gravou cenas de "O Passado" (título provisório) dentro do prédio da Oca, na exposição do acervo do MAM, e também externas em frente ao pavilhão da Bienal. O filme estréia em maio.

Escrito às 18h52 | | envie esta mensagem

Superflex noite

Escrito às 20h18 | | envie esta mensagem

Superflex fachada

Escrito às 20h18 | | envie esta mensagem

Superflex latinha

Escrito às 20h18 | | envie esta mensagem

Superflex superexposto

E o Superflex conseguiu. Com o projeto de produção e distribuição de um guaraná alternativo, feito por comunidades da Amazônia, em sistema independente das grandes empresas de produção da bebida vetado de participar oficialmente da 27ª Bienal pela Fundação Bienal, por orientação do seu "departamento jurídico", o coletivo acabou distribuindo latinhas e latinhas do docíssimo guaraná e divulgando sua idéia por vários pontos da cidade. Uma das ocasiões foi durante a abertura das exposições de Rosangela Rennó e do projeto "This is not a Love Song", na Galeria Vermelho e na nova "casinha" da Vermelho, na última terça (3). Depois, numa festa no Clube Vegas, na sexta (6). O "Guaraná Power" hypou puro na Vermelho, distribuído ao pé da fachada dedicada ao projeto, com a tradicional tarja preta cobrindo o rótulo imaginário, e foi consumido com vodka ou uísque no Vegas, naquele subsubsolo. Só quem seguiu a onda da Fundação foi a Choperia Liberdade, que proibiu a circulação gratuita do produto numa noite de comemoração lotada de artistas, na quinta (5). Não deu para investigar se foi também pressão do departamento jurídico. Será que tem? O que dá para saber é que o veto amplificou a visibilidade do Superflex. O grupo, que já recriou o bombom Bacio e produziu uma salsicha chinesa na Alemanha para ser vendida na China, deve aparecer nesta quarta (11) na galeria Gentil Carioca, no Rio, para distribuir mais latinhas, na coletiva de aniversário da Galeria, que terá Alexandre Vogler, Botner e Pedro, Carlos Contente, Ducha, Fabiano Gonper, Guga Ferraz, Jarbas Lopes, João Modé, Laura Lima, Maria Nepomuceno, Marinho, Marssares, Paulo Nenflídio, Pedro Varela, Renata Lucas, Ricardo Basbaum, Simone Michelin, Thiago Rocha Pitta. As imagens que vc vê aqui são do site do "Guaraná Power".

Escrito às 20h06 | | envie esta mensagem

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