Escrito às 18h40 | | envie esta mensagem

Renata Lucas

Convite que veio por e-mail, da artista Renata Lucas: "estou participando da bienal de sao paulo com dois trabalhos: um deles, o "barulho de fundo" está lá no pavilhão, no terceiro andar. o outro, "matemática rápida, matemática lenta", está na calçada da rua brigadeiro galvão, na barra funda, entre as ruas lopes chaves e lavradio. (a brigadeiro galvão é a rua do bar do diego, o cb bar, e é paralela à rua barra funda e ao minhocão).
já que não tem "vernissage", queria chamá-los para uma cervejinha nesta quinta, dia 19, no bar da esquina da brigadeiro galvão com a lavradio, a
partir das 18h. é cedo porque o bar fecha logo. apareçam!" 

Escrito às 18h37 | | envie esta mensagem

Livro León Ferrari

Livro sobre León Ferrari vai ser lançado terça, 17, as 19h, na Bienal, com visita guiada à sala do artista na Bienal. "Retrospectiva. Obras 1954-2006, de León Ferrari" é uma parceria da Cosac Naify, Imprensa Oficial e Pinacoteca do Estado e custa R$ 120,00.
"Retrospectiva" é dividido em quatro capítulos. No primeiro, cinco ensaios tratam da obra de Ferrari por distintas abordagens. Em "Perturbadora Beleza", Giunta analisa a poética do artista, a partir do núcleo inicial de sua obra, nos anos 60, onde se localiza "a trama de temas e articulações que percorrem o conjunto de sua obra". O segundo capítulo traz uma cronologia comentada, dividida em seis períodos, organizada por Giunta, enquanto o terceiro capítulo, "Exposições retrospectivas 2004 a 2006", tem como foco principal a polêmica mostra no Centro Cultural Recoleta, aberta em 30 de novembro de 2004. O último capítulo, "Textos de Artista", apresenta uma seleção de escritos de Ferrari, ao longo de quase quatro décadas, selecionados por Giunta. São textos de obras, cartas e manuscritos, produzidos entre 1964 e 2001, entre eles a "Segunda Carta ao Papa", de dezembro de 2000, sobre a mostra no Centro Recoleta.

Escrito às 20h25 | | envie esta mensagem

Paula Trope

Escrito às 19h26 | | envie esta mensagem

A artista Paula Trope, que está  27ª Bienal Internacional de São Paulo, apresenta fotografias feitas com a técnica de pinhole (câmera com orifício que sensibiliza o papel fotográfico diretamente, sem revelação química), parte da sua parceria com o Projeto Morrinho.  O projeto foi criado em 2001, pelo produtor de vídeos Fábio Gavião, com o objetivo de estimular a criatividade dos jovens moradores da comunidade de Pereira da Silva, conhecida como favela do Pereirão, no Rio, e transmitir conhecimentos técnicos de vídeo. Paula Trope chegou ao morro por intermédio do colecionador Gilberto Chateaubriand, que queria um registro do  “morrinho”. A artista pensou em um tema para um trabalho fotográfico sobre as brincadeiras, os brinquedos e os jovens da comunidade e começou a ensiná-los a fotografar com máquinas pinholes.  Nelcilan Souza de Oliveira, 23, que está no projeto Morrinho há nove anos, é um dos “meninos” que trabalharam com Paula Trope. Ricardo Oliveros falou com Paula e Nelcilan:

*

Como você vê seu trabalho aqui na Bienal?

Paula Trope: É uma situação privilegiada esta que a gente tem de mostrar esta parceria. O trabalho conta uma história de um encontro, é uma oportunidade de ter os meninos como criadores. Estamos juntos discutindo a situação das comunidades dos morros do Rio de Janeiro e trazer esta discussão para o mundo da arte.

Este trabalho com a Paula Trope mudou alguma coisa na sua vida?

Nelcilan Souza de Oliveira: O que mudou é que eu não conhecia nada do conceito de arte. Então hoje estou conhecendo mais, estou entendendo mais, estou tendo mais informações do que é. Porque estou acostumado a trabalhar com arte neste projeto. Mas agora estamos com fotografias nos museus e exposições de fotos. Agora que estou entendendo e estou achando mais legal, principalmente está sendo importante colher os frutos deste trabalho, tanto para mim e quanto para os outros garotos do projeto.

E o que está achando da Bienal?

Nelcilan Souza de Oliveira: Estou achando especial. A Paula Trope me falou que esta é uma das Bienais importantes do mundo. Estou vendo muita obra de arte, muita coisa misturada e é bom porque confunde um pouco a cabeça do artista, do público. Porque você começa a ter outras idéias, fica confuso com tanta coisa, mas ajuda bastante também.

Há alguma obra com a qual você tenha se identificado?

Nelcilan Souza de Oliveira: Eu vi muita fotografia, principalmente daquelas que estão retratando a vida real, cotidiano de outras comunidades em outros países. Porque é uma coisa que a gente gosta de fazer também, como retratar, filmar. Não teve nada ainda que eu olhasse e quisesse fazer igual, mas é muito bom descobrir outras pessoas que fazem coisas como a gente está fazendo e a quantidade de informações que as pessoas passam para gente.   

Escrito às 19h22 | | envie esta mensagem

Terça, 17, às 19h, o historiador Francisco Alambert fala sobre seu livro "Bienais de São Paulo - da era do Museu à era dos curadores", escrito em parceira com artista plástica Polyana Canhête, no bate-papo UOL.

 

Escrito às 18h06 | | envie esta mensagem

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